terça-feira, 5 de novembro de 2013

Sou professora de língua portuguesa e acredito que o conhecimento não se dá somente entre os muros da escola, mas também através de experiencias, troca de ideias, atividades diferenciadas que rompem com as cadeiras em fila, o professor sempre na frente como se fosse detentor do conhecimento. Somos  todos aprendiz sempre.
Estimular os alunos a se tornarem assíduo leitores e consequentemente bons escritores, é o objetivo da area da linguagem principalmente.
Os desafios não são poucos, a concorrência é cruel, Mp3, Mp4,5,6,7..., celular, Facebook, net, not, etc. Ufa! Mas diante disso,  acredito que existem caminhos bem interessantes que nos  ajudam nesse processo. Um desses caminhos é participar das atividades que vem de encontro com esse estimulo que é provocado a todo momento nas salas de aula, como o " Concurso de Frases e Desenhos com o tema: Exploração Sexual Infantil" , promovido pela Prefeitura Municipal de Cáceres.
Orientei os alunos do Ensino médio e fundamental II e a Coordenadora Lurdinha orientou junto aso professores pedagogos os alunos do ensino fundamental I.
Para nossa felicidade tivemos 9 (nove) alunos vencedores.
Claro que com esse resultado, o premio maior, foi poder contar com alunos maravilhosos que levaram a sério a proposta de trabalho.
Parabéns pequenas estrelas!!!
vejam as fotos!












































Trabalho realizado pelos alundos do 2° ano A e s2° ano B
Tema: Campanha Comunitária.

CAMPANHA COMUNITÁRIA

Falar sobre gêneros textuais se concebe como uma recorrência linguística, haja vista que recorrentes são as circunstâncias sociocomunicativas que compartilhamos cotidianamente. Partindo desse pressuposto, não raras são as vezes em que você se pergunta acerca do porquê de conhecê-las melhor, pois aparentemente  “parece” que apenas pelo fato de assim classificá-las e identificá-las já seria o bastante.
Assim, esse limitar de consciência (apenas se inteirando da existência) representa nada mais que os meros enganos que cometemos, não só de sua parte (provavelmente), mas também por parte de um contingente significativo de demais usuários do sistema linguístico, ou seja, acabam por acreditar que essas manifestações apenas se dão ao nível da oralidade, quando na verdade não é bem assim, haja vista que boa parte se efetiva por meio, justamente, da escrita. Assim, eis que não precisamos de motivos mais pontuais para entender o porquê de nos interagirmos cada vez mais com as particularidades, sobretudo linguísticas, que norteiam essa gama de circunstâncias comunicativas.  Em face dessa necessidade é que elegemos mais um dos gêneros – aqui demarcado pela campanha comunitária.
É claro que apenas de citar, já temos uma noção, ainda que vaga, acerca do que se trata, mas como convém, assimilaremos acerca de alguns outros aspectos. O primeiro deles é entender que a finalidade expressa por tal comunicação resulta tão somente na persuasão, ou seja, o objetivo principal é esclarecer a população sobre determinado assunto e, ao mesmo tempo, mobilizá-la, persuadi-la a colaborar.  Dessa forma, desde o início, o texto deve se compor de verbos expressos no modo imperativo, já que a finalidade é essa (persuadir). Assim, a linguagem utilizada, sempre variando com o público para o qual é destinada, tem de estar adequada ao contexto comunicativo, bem como se mostrando um tanto quanto atrativa, geralmente expressa em letras garrafais, grandes.
Acerca desse último aspecto não é de todo descartada a possibilidade de compreendermos que determinados recursos estilísticos podem ser perfeitamente aceitáveis, dada a natureza da situação em si, por isso, cabe realmente à enunciação cuidar para que os propósitos estejam bem definidos, principalmente porque se trata de algo para convencer, e por que não dizermos para instruir? Sim, instruir, pois pode muito bem, ao conclamar a população para algo, instruí-la também a como proceder diante de uma dada atitude.
VEJAM  O RESULTADO DAS PRODUÇÕES!!!





























A Escola Ana Maria promoveu  01 de novembro no  período da manha, um desfile de fantasias do  "Halloween". Participaram todos os alunos do ensino médio e ensino fundamental. Essas atividades na escola são válidas pelo fato de proporcionar uma integração entre os alunos. Todos sem exceção se esforçaram para apresentar um evento de qualidade. Foi surpreendente!!! Como os nossos alunos são criativos. Todos estão de parabéns

Vejam algumas fotos da galera que arrasou no Halloween brasileiro!!!!


Três lindas meninas que admiro muito...
 3° Ano A sempre participativos e muito animados!!



 Casal lindo de noiva e noivo Cadáver!!
 noiva Zumbi, perfeito, até parecia personagem de filme de terror!!

 Noiva Cadáver do 2° ano A... arrasou!

 Casal de Vampiros Show de bola!!!
. Obs..: Assim que conseguir  fotos de outras turmas posto aqui....

quarta-feira, 20 de março de 2013

PROJETO " AFRO BRASIL"


ESCOLA DE MATO GROSSO

SECRETARIA DO ESTADO DE EDUCAÇÃO

ASSESSORIA PEDAGÓGICA DE CÁCERES

E.E. “Prof.ª ANA MARIA DAS G. DE S. NORONHA”

 

 

PROJETO: “AFRO BRASIL”

I - INTRODUÇÃO

       A falta de conhecimento da cultura africana resulta na desvalorização da raça negra, esta que foi responsável pela etnia brasileira. Como afirma Moacir Gadotti, na era da globalização, da economia e das comunicações, vivemos “... em época do ressurgimento do racismo e de certo triunfo do individualismo”. 

       Neste contexto, o Ministério da Educação e Governo Federal, vem instituindo e implementando um conjunto de medidas e ações com o objetivo de corrigir injustiças, eliminar discriminações, promover a inclusão social e a cidadania para todos no sistema educacional brasileiro. Segundo estatísticas, no Brasil mais de 50% da população é afro-descendente e negligenciar suas contribuições culturais é ignorar a identidade brasileira. Estas contribuições estão presentes na culinária, na música, nas festas, na religiosidade, nos aspectos físicos e no vocabulário.

       Assim, conhecer a Lei 10.639/3 e a alteração da Lei de Diretrizes e Bases (LDB) de 1996 (que dá maior liberdade as escolas e aos currículos) nos permite realizar uma flexibilidade maior do ensino de história do Brasil.

II - IDENTIFICAÇÃO:

 

ESCOLA ESTADUAL PROª ANA MARIA DAS GRAÇAS SOUZA NORONHA

 

DIRETORA: Jane Bellot

 

COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA: Sandra Cintra e Maria de Lourdes

 

PROFESSORA COORDENADORA DO PROJETO : Nadir G. dos Santos

 

PROFESSORES PARTICIPANTES:                                                                                  

Daici Forgiarine Bastos

Diego Silva Redes

Dionila G. Tavares

Edilson M da Silva

Edna Sebastiana da Silva Custódio

Edneia Regenir da Silva

Elba Mara dos Santos

Eraldo Oracio de Lima

Everaldo Mateus da Silva

Fernanda Aparecida C. de Oliveira

Janaina Moraes de Campos

Jaqueline Micaelle

João Batista de Carvalho

Juciara

Maisa Consuelo dos Santos

Marcia Aparecida

Maria Aparecida de Lima Batista

Maria Edileuza de S. Pereira

Maria Zeneide dos S. da Silva

Marcia Aparecida de Souza Meira

Márcia Ribeiro Silva

Marcilio F. Mendes

Maria Aparecida da Silva Campos

Mery Ellen de Campos Pessoa

Nilce G. da Silva

Patricia

Rosangela B. Oliveira

Rosiane Artiaga

Sandra Leila  de B. Bruno

Silvia Cásia da C. Lima

Simone dos Reis

Valdete M Silva

Vanderleia M da Silva

Wanderson Matos e Silva.

 

 

 

PÚBLICO ALVO: Alunos do ensino fundamental I a IV - V a VIII e ensino médio.

 

III- JUSTIFICATIVA

 

Em cinco séculos de história, a expe riência de africanos e de seus descendentes foi sendo consolidada nos mais diversos aspectos da sociedade brasileira. A influência africana na cultura brasileira é sempre ressaltada como uma das mais sólidas demonstrações da cultura sem mencionar as matrizes africanas que a compõe(a música, na língua falada e escrita, na culinária, nas festas populares celebradas desde os tempos coloniais, linguagem corporal e, especialmente, a existência das religiões de matriz africana).

Para entender melhor a influência da cultura afro-brasileira em nosso dia-a-dia, faz-se necessário analisar a Lei 10.639, de 09 de janeiro de 2003, onde a mesma estabelece “obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira” nas grades curriculares dos ciclos fu ndamental e médio ministrados nas redes oficiais e públicas do país. Em detalhes a legislação prevê que o conteúdo programático inclua a “história da África e dos africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política inerente a História do Brasil” assim como, a inclusão no calendário escolar, do dia 20 de Novembro, “Dia Nacional da Consciência Negra”. Aniversário de morte de Zumbi dos Palmares - enquanto líder do “maior” movimento negro já visto na história do país.

Pensando nisso, é que os professores da Escola Estadual Proª Ana Maria das Graças Souza Noronha propuseram a desenvolver o projeto “Afro Brasil” a fim de propiciar aos educandos o conhecimento do papel dos negros na formação étnico-cultural da sociedade, como também o respeito pelas diversidades culturais, a solidariedade como valor essencial nas relações humanas, a valorização do patrimônio e da pluralidade cultural e a defesa da paz como meio de resolver os conflitos.

Hoje discute-se muito a prática discriminatória em relação aos povos afro-brasileiros que muito a ajudaram e ajudam a dá um novo rumo para a história brasileira, assim, cabe a escola exercer seu papel para mudar essa paradigmas conforme ressalta:

A discriminação é entendida como uma ação prática discriminatória ocorrida como o fundamento dos princípios pré-conceituosos, mas não assim justificada. O racismo é entendido como a discriminação racial declarada e/ ou institucionalizada através de práticas sociais aceitas pelos costumes e leis (SILVA, 1997, p.29).

 

O referido projeto vem sendo aprimorado constantemente sendo:

 

Ano de 2006 - foram feitas alguns trabalhos pela professora de história Aparecida de Jesus, o projeto ainda não tinha sido institucionalizado, mas já havia discussões na escola sobre a temática, que foram  apresentados  na noite cultural, onde discutiu-se várias temáticas: sistemas de cotas para o negro na Universidade, a religião afro, a cultura, os dialetos dentre outros;

Ano de 2007- 2008: Além das atividades como pesquisas, danças, culinária, musica, poemas trabalhadas em sala de aula e apresentado na noite cultural também tivemos a realização do 1º primeiro concurso “A Beleza Negra” envolvendo toda a clientela escolar (fundamental e Médio);

. Ano de 2009- Os alunos participaram do desfile dia Sete de Setembro, levando à temática: continentes africanos;

Ano de 2010- 2011- Concurso da Beleza negra, oficinas de como fazer trannças africanas, oficinas de bonecas de panos, oficinas de confecção de bichinhos de miçangas

2012 – Desfile de caracterização de personagens negros que teve destaque no meio social, cultural, econômico, esportivo. Participação cultural artística dos alunos  da Escola Estadual de 1° e 2° grau Doutor José Rodrigues Fontes com Danças africanas sob a coordenação da Profª Mazéh Silva;

 

2013 – Este ano pretende-se envolver mais áreas do conhecimento para realização das atividades, como pesquisas, momentos de Cine-afro com filmes e documentários que abordam a temática, momento literário infantil, com os professores do I a IV trabalhando as literaturas de forma que ajude amenizar os preconceitos praticados em sala de aula.

 

ANEXO

Cáceres, 26 de novembro de 2012.

 

·         Noite Cultural - Tema : A cor da Cultura

·         Organização: Professores e Alunos

·         Programação das apresentações do dia da Consciência negra

·         Abertura: Hino nacional ritmo Axé

·         1° Apresentação: Grupo de Dança

·         Sob a Coordenação da  professora Mazéh

·         2° Apresentação: Teatro “Preconceito sem idade”

·         Sob a coordenação dos alunos do 2° ano B

·         3° Apresentação: Declamação do poema “Alteridade”

·         Sob a coordenação dos alunos do 2° ano B

·         4° Apresentação: musica “ Menino do Sinaleiro”

·         Cantado por Aluno Andrew do 1° ano A

·         5° Apresentação: Teatro “Ambiente Escolar”

·         Sob a coordenação da prof.ª Jaqueline  e dos alunos do 1° ano A

·         6° Apresentação: Poema

·         Aluna Karla do 8° ano A

·         7° Apresentação: vídeos produzidos pelos alunos do 2° ano B e 3° ano.

·         8° Apresentação: desfile de Homens e Mulheres